segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Voleibol sergipano fica com a prata nas Olimpíadas Escolares 2008


Voleibol sergipano fica com a prata nas Olimpíadas Escolares 2008

Extraído de: Governo do Estado de Sergipe - 17 de Novembro de 2008
O Colégio Arquidiocesano, que representou Sergipe no voleibol masculino, ficou com a medalha de prata nas Olimpíadas Escolares 2008, evento realizado em João Pessoa (PB). A final entre o time sergipano e o do Colégio Rui Barbosa, do Maranhão, aconteceu neste último domingo, 16. Os alunos do Rui Barbosa ganharam a partida por três sets a zero, com parciais de 25x19, 25x19 e 25x16. "Enfrentamos um time taticamente muito bom e não conseguimos superá-los. Apesar disso, temos que comemorar muito porque estamos entre os melhores do país", disse o técnico da equipe do Arquidiocesano Raymundo Luiz da Silva.

A campanha do Arquidiocesano até a final foi recheada de emoções. Os atletas sergipanos conquistaram uma vitória e perderam outra partida e ficaram dependendo de resultados para conquistar a classificação para a fase semifinal. Contra os pernambucanos do Colégio Noronha Filho, Sergipe ficou com a vaga na final após vencer o jogo por três sets a dois. "Foi uma partida muito emocionante. Ganhamos o primeiro set, eles ganharam os outros dois e conseguimos empatar. No último set fizemos 16x14 num jogo ponto a ponto", lembra o jogador Bruno Leonardo.
Para chegar às Olimpíadas Escolares 2008, o Arquidiocesano precisou passar pelos Jogos Escolares da TV Sergipe e pelos Jogos da Primavera, este último seletivo para a competição nacional, que reuniu 2.850 atletas de 825 instituições escolares de 22 estados brasileiros. "Suamos bastante e essa medalha é o resultado de um trabalho que, aos poucos, está ganhando força e reconhecimento fora do Estado", disse Raymundo Luiz.
Medalhas
Sergipe conquistou seis medalhas no total, das quais duas de ouro, duas de prata e duas de bronze. Os jovens atletas da natação foram os responsáveis pelas duas de ouro e uma de bronze. Uitan Alves ficou com o ouro nos 50 metros nado livre e Gabriel Arimatéia com o bronze nos 100 metros nado livre. O outro ouro saiu para o revezamento 4x50 metros livre. Já a prata e a outra de bronze saíram para o judô, com Istelina da Silva e Tiago dos Santos, respectivamente. A última saiu com o voleibol masculino do Colégio Arquidiocesano.
Olimpíadas
As Olimpíadas Escolares foram realizadas durante noves dias de competição e envolveu nove modalidades: handebol, basquete, atletismo, futsal, judô, natação, tênis de mesa, vôlei e xadrez. Em João Pessoa, o evento registrou a presença de atletas e ex-atletas olímpicos e pan-americanos, que visitaram escolas e ginásios para incentivar e difundir o esporte, além de promover os ideais de inclusão e integração social.

http://www.jusbrasil.com.br/noticias/197456/voleibol-sergipano-fica-com-a-prata-nas-olimpiadas-escolares-2008

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLEIBOL-CBV

História
A CBV foi fundada em 16 de Agosto de 1954. No início, o voleibol brasileiro era ligado à Confederação Brasileira de Desportos (CBD). Seu primeiro presidente foi o ex-jogador Denis Rupet Hathaway, entre 14 de Março de 1955 e 15 de Fevereiro de 1957.
Com a presidência de
Carlos Arthur Nuzman, outro ex-jogador, a entidade deu um salto qualitativo. Assumindo a Confederação em 1975, Nuzman investiu em marketing esportivo e gestão administrativa, o que acabou gerando muitos resultado para o vôlei brasileiro. O resultado foi de tamanha expressividade que, vinte anos depois, Nuzman assumiu a presidência do COB.
Com o atual presidente, Ary Graça Filho, mais um veterano das quadras, os investimentos em qualidade continuaram desde que ele assumiu o cargo, em
1997, e tornou a CBV uma entidade esportiva com gestão profissional, sendo a primeira entidade esportiva do mundo a ter um certificado ISO 9000:2001, além de ser considerada pela Federação Internacional como a "Mais bem-sucedida Federação do mundo", pelo triênio 1997/98/99. No novo modelo de gestão, a CBV foi dividida nas seguintes unidades de negócios: Seleções, Voleibol de Praia, Competições Nacionais, Eventos, VivaVôlei (entidade de assistência social) e Aryzão - Centro de Desenvolvimento de Voleibol de Saquarema.

PARTIDAS (QUADRAS E PRAIA)




CAMPEONATOS(QUADRAS E PRAIA)

CAMPEONATOS
QUADRAS

Partida de voleibol feminino de quadra
A CBV organiza diversos campeonatos nacionais ao longo de uma temporada. As categorias de base, como a "juvenil" e a "infanto", disputam o Campeonato Brasileiro de Seleções, com uma disputa entre estados, em alguns casos com três divisões. O
Salonpas Cup ou Torneio Internacional de Vôlei Feminino é realizado todos os anos com a participação de clubes nacionais e estrangeiros. O mesmo acontece com a Supercopa Mercosul. Para a categoria "master" é realizado o Vôlei Master, competição para jogadores distribuídos por idade.

Partida de voleibol de areia
As principais competições do ano, para os profissionais, são a
Liga Nacional (torneio classificatório para a Superliga), a Copa Brasil de Voleibol e a Superliga.
Praia
Os campeonatos de vôlei de praia são o Rei da Praia, Rainha da Praia, Desafio dos Reis, Desafio das Rainhas, Campeonato Brasileiro Sub-19, Circuito Sul-americano de Vôlei de Praia, Campeonato Brasileiro Sub-21, Campeonato Mundial Sub 21 de Vôlei de Praia, Circuito Banco do Brasil e Circuito Mundial Masculino e Feminino.

super jogo de volei

http://www.baixaki.com.br/site/dwnld59516.htm

CAMPEONATO MUNDIAL.

História
Origens
A história do Campeonato Mundial remonta aos primórdios da voleibol como um esporte profissional de alto nível. Uma das principais motivações para a criação da
FIVB em 1947 foi a necessidade de fundar uma instituição capaz de organizar torneios que envolvessem times de diversos continentes. A primeira medida concreta neste sentido foi tomada já dois anos mais tarde, com o estabelecimento da primeira edição desta competição, ainda restrita à Europa e contando apenas com times masculinos.
Em
1952, foram incluídos times asiáticos e uma versão feminina do torneio, que passou a ser disputado em ciclos de quatro anos. Na edição seguinte, já participavam igualmente equipes dos três continentes americanos.
Em
1964, o voleibol foi incorporado ao programa dos Jogos Olímpicos. Para evitar coincidência de datas, os ciclos do Campeonato Mundial foram atrasados em dois anos após a quarta edição (1960), passando a alternar-se com as Olimpíadas. A partir de 1970, times da África já disputavam o torneio, atingindo-se assim o objetivo original de ter representantes das cinco confederações continentais envolvidos nas disputas.
O número de participantes do torneio mudou diversas vezes ao longo dos anos. Acompanhando o crescimento de popularidade do voleibol em escala mundial, ele aumentou em passo constante até superar a marca das vinte equipes na
década de 1970 e em parte da década de 1980, foi reduzido então para apenas dezesseis na década de 1990, sendo em seguida finalmente fixado em vinte e quatro, a partir de 2002. Dentre as competições organizadas pela FIVB, o Campeonato Mundial é hoje a mais abrangente, e possivelmente a segunda mais importante, sendo superada em prestígio apenas pelo Torneio Olímpico de Voleibol.
Até
1974, a nação sede organizava as duas modalidades do torneio, tanto a masculina quanto a feminina - com uma única exceção em 1966/1967, quando os eventos ocorreram em anos diferentes. A partir da década de 1980, esta prática caiu em desuso. Nos últimos anos, todavia, ela voltou a ser observada quando a competição foi realizada no Japão, o que ocorreu em 1998 e 2006.

Resultados (masculino)
A história do Campeonato Mundial mostra claramente como o voleibol foi um esporte originalmente dominado por times
europeus.
As primeiras duas edições do torneio foram vencidas pela
União Soviética. Após chegar duas vezes sem sucesso à final, a antiga Checoslováquia conquistou finalmente o ouro em 1956. Seguiram-se mais duas vitórias para os soviéticos, em ambos os casos sobre os checos, que obtiveram então em 1966 o seu segundo título na competição.
Em
1970, a Alemanha Oriental bateu a Bulgária nas finais e obteve o seu primeiro e único Campeonato Mundial. Na edição seguinte, a União Soviética ameaçou reassumir o lugar mais alto do pódio, mas terminou derrotada pela Polônia nas finais. Os soviéticos, todavia, confirmaram a sua liderança vencendo, pela terceira vez, duas edições consecutivas do torneio.
Em
1986, teve lugar o primeiro confronto relevante entre os Estados Unidos e a União Soviética após os boicotes olímpicos de 1980 e 1984. Como seria o caso dois anos mais tarde, nas Olimpíadas de Seoul, o resultado final favoreceu os americanos. A Itália dominou completamente o torneio na década de 1990, vencendo todas as três edições que ocorreram nesta década (1990, 1994, 1998).
Já no início do
século XXI, o Brasil torna-se o maior expoente do voleibol mundial. Em 2002, os brasileiros retornaram à Argentina para reclamar o ouro que haviam perdido vinte anos antes como vice-campeões de 1982. Defensor do título, mostrou força no torneio seguinte em 2006 e conquistou o bicampeonato sobre a Polônia.
Até hoje, foram disputadas dezesseis edições do Campeonato Mundial: treze foram vencidas por times europeus (
URSS, 6; Itália, 3; Checoslováquia, 2; Polônia e Alemanha Oriental, 1 cada), e apenas três por times americanos (Brasil duas vezes e Estados Unidos uma).

Resultados (feminino)
Se os títulos do Campeonato Mundial feminino foram divididos de forma relativamente equilibrada entre
Ásia, Europa e América, o mesmo não se pode dizer com relação às próprias equipes: exceto pelo título - para muitos, inesperado - da Itália em 2002, os únicos campeões do torneio até hoje foram Rússia (ex-União Soviética), Japão, China e Cuba.
As soviéticas começaram já com uma marca impressionante, vencendo as três primeiras edições da competição:
1952, 1956, 1960. Em vias de aumentar o recorde para quatro, visto que as finais de 1962 seriam disputadas em Moscou, elas foram surpreendidas pelo Japão, que fora vice campeão na edição anterior. As japonesas repetiriam o feito em 1967, quando a União Soviética não participou da disputa.
Os times se reencontraram nas finais de 1970, e desta vez prevaleceram as soviéticas. O Japão, entretanto, vingou-se na edição seguinte, batendo a União Soviética em sets diretos e obtendo seu terceiro título na competição. Como sinal precoce de um deslocamento de forças que só viria a ocorrer efetivamente dez anos mais tarde, o jovem time cubano deixou para trás os dois tradicionais adversários e obteve o primeiro título internacional de relevo jamais conquistado por uma equipe americana em um torneio de voleibol.
Na primeira metade da
década de 1980, uma nova força despontou na Ásia: sob a liderança da atacante Lang Ping, a China deixou sua marca na história do voleibol vencendo duas edições consecutivas do Campeonato Mundial (1982 e 1986). Elas chegaram às finais também em 1990, mas foram superadas pela União Soviética em sua última participação do torneio.
O título de Cuba em
1978 finalmente deu frutos na década de 1990, quando o estilo agressivo de jogadoras tais como Regla Torres, Mireya Luis e Regla Bell virtualmente dominou o cenário do voleibol mundial. As caribenhas venceram as edições de 1994 e 1998 do Campeonato Mundial, batendo de novatos promissores como o Brasil a adversários mais tradicionais, tais como a China e a Rússia.
Apesar de ter sido apontada como a grande favorita para o título, a China perdeu na edição de
2002 as semifinais para a Itália, que terminaria sagrando-se pela primeira vez campeã do torneio.
Em
2006 as duas equipes consideradas favoritas para decidir o título acabaram por se confirmar as previsões. Rússia e Brasil disputaram a grande final e, em um jogo muito equilibrado, as russas sagraram-se campeãs pela sexta vez. Porém o grande destaque do campeonato foi Sérvia e Montenegro, equipe que até então nunca havia se destacado no voleibol feminino, conquistando o terceiro lugar.

[editar] Formato da competição
O formato do Campeonato Mundial tem sido constantemente adaptado para ajustar-se ao número de participantes do torneio. Algumas das regras que são usualmente praticadas incluem:
Cada modalidade (masculino e feminino) contempla um total de 24 equipes participantes.
O processo de qualificação para o Campeonato Mundial é longo e difícil, estendendo-se por quase dois anos.
Os times que sediam o evento e os campeões da última edição estão automaticamente pré-qualificados.
O total de vagas concedido a cada confederação continental é determinado pela FIVB: a
Europa costuma ter o maior número, a África e a América do Sul o menor.
Para participar do Campeonato Mundial, cada equipe deve classificar-se em uma série de torneios qualificatórios, dependendo de sua posição no
Ranking Mundial da FIVB. Times mal posicionados podem ter de disputar até três torneios desta natureza para assegurarem uma vaga; times bem posicionados usualmente disputam apenas um.
A competição é dividida em pelo menos duas fases: uma preliminar e uma final. Conforme o número de equipes, pode ser necessário disputar igualmente uma ou mais fases intermediárias.
Na fase preliminar, os times são organizados em chaves. Cada time realiza uma partida contra todos os outros times em sua chave.
Quando todas as partidas da fase preliminar foram disputadas, os n melhores times em cada chave qualificam-se para a(s) fase(s) seguinte(s), e o restante deixa a competição. O valor de n depende do número de times participantes e do formato que será adotado nas finais.
A FIVB já empregou diversos formatos diferentes para as finais. Há alguns anos, parece haver consenso de que pelo menos as semifinais e as finais devem ser disputadas em cruzamento olímpico.
Para as quartas-de-final, emprega-se usualmente uma de duas soluções: ou repete-se o modelo da preliminar, em que os times são organizados em chaves e jogam todos contra todos; ou adota-se o confronto direto por cruzamento olímpico. Neste caso, podem ser necessárias rodadas intermediárias adicionais para reduzir o número de equipes para oito.
As regras para a convocação de atletas são bastante rígidas. Cada time só pode indicar doze atletas, e trocas fora dos prazos legais não são permitidas nem mesmo no caso de acidentes

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http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Mundial_de_Voleibol

vôlei em música


Jogo de Vôlei



Música Jogo de Vôlei

Estou na praia no jogo de vôlei
De homens alados que voam atrás de uma bola
E são felizes assim
Estou na Anibal de Mendonça, Ipanema
O povo grita. O povo é lindo.
Foram criados com a melhor manteiga
Com as melhores frutas e agruras do destino
Quero enlouquecer, quero esquecer
Eu não estou cabendo no mundo
Em todo lugar eu sou um estranho. Me ajudem
Tomei uma vodca. Melhorei
Fumei um cigarro. Melhorei
Os médicos não entendem de magia
Iemanjá me repreendeu
Me deu um tapa na onda que eu mergulhei
Não foi surpresa nenhuma
Quebrei um copo com uma palavra

Principais fatos após a invenção do voleibol

- 1900 - voleibol chega ao Canadá, primeiro país fora dos Estados Unidos
- 1908 - o esporte vai para o continente asiático e começa a ser praticado na China e no Japão
- 1910 - o esporte chega ao Peru, primeiro país da América do Sul a praticar o esporte
- 1942 – morre, aos 72 anos de idade, o criador do voleibol, William George Morgan
- 1947 - fundada na França a FIVB ( Federação Internacional de Voleibol)
- 1949 - realizado o primeiro campeonato mundial masculino na Tchecoslováquia (foi vencido pela Rússia)
- 1951 – realizado o primeiro campeonato sul-americano de voleibol, na cidade do Rio de Janeiro. O Brasil tornou-se campeão masculino e feminino.
- 1952 – realizado o primeiro campeonato mundial feminino
- 1964 – o esporte passa a fazer parte do programa oficial das
Olimpíadas, realizadas em Tóquio no Japão.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/educacaoesportes/historia_do_voleibol.htm

Pontos

Existem basicamente duas formas de marcar pontos no voleibol. A primeira consiste em fazer a bola aterrissar sobre a quadra adversária como resultado de um ataque, de um bloqueio bem sucedido ou, mais raramente, de um saque que não foi corretamente recebido. A segunda ocorre quando o time adversário comete um erro ou uma falta.
Diversas situações são consideradas erros:
A bola toca em qualquer lugar exceto em um dos doze atletas que estão em quadra, ou no campo válido de jogo ("bola fora").
O jogador toca consecutivamente duas vezes na bola ("dois toques").
O jogador empurra a bola, ao invés de acertá-la. Este movimento é denominado "carregar ou condução".
A bola é tocada mais de três vezes antes de retornar para o campo adversário.
A bola toca a antena, ou passa sobre ou por fora da antena em direção à quadra adversária.
O jogador encosta na rede com qualquer parte do corpo exceto os cabelos.
Um jogador que está no fundo da quadra realiza um bloqueio.
Um jogador que está no fundo da quadra pisa na linha de três metros ou na área frontal antes de fazer contato com a bola acima do bordo superior da rede ("invasão do fundo").
Postado dentro da zona de ataque da quadra ou tocando a linha de três metros, o líbero realiza um levantamento de toque que é posteriormente atacado acima da altura da rede.
O jogador bloqueia o saque adversário.
O jogador está fora de posição no momento do saque.
O jogador saca quando não está na posição 1.
O jogador toca a bola no espaço aéreo acima da quadra adversária em uma situação que não se configura como um bloqueio ("invasão por cima").
O jogador toca a quadra adversária por baixo da rede com qualquer parte do corpo exceto as mãos ou os pés ("invasão por baixo").
O jogador leva mais de oito segundos para sacar
No momento do saque, os jogadores que estão na rede pulam e/ou erguem os braços, com o intuito de esconder a trajetória da bola dos adversários. Esta falta é denominada screening
Os "dois toques" são permitidos no primeiro contato do time com a bola, desde que ocorram em uma "ação simultânea" - a interpretação do que é ou não "simultâneo" fica a cargo do arbitro.
A não ser no bloqueio. O toque da bola no bloqueio não é contabilizado.
A invasão por baixo de mãos e pés é permitida apenas se uma parte dos membros permanecer em contato com a linha central.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol

Saque ou serviço

O saque ou serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador posta-se atrás da linha de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas antenas e aterrissar na quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção de seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola.
Um saque que a bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros esportes tais como o
tênis.
No voleibol contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:
Saque por baixo ou por cima: indica a forma como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do saque por baixo é usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de alto nível.
Jornada nas estrelas: um tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da
parábola descrito pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em velocidades da ordem de 70 km/h. Popularizado na década de 1980 pela equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje é considerado ultrapassado, e já não é mais empregado em competições internacionais.
Saque com efeito: denominado em inglês "spin serve", trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la, graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento do contato.
Saque flutuante ou saque sem peso: saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz com que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória se torne imprevisível.
Viagem ao fundo do mar: saque em que o jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como no momento do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra adversária. Supõe-se que este saque já existisse desde a
década de 1960, e tenha chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa. De todo modo, ele só se tornou popular a partir da segunda metade dos anos 1980.
Saque oriental: o jogador posta-se na linha de fundo de perfil para a quadra, lança a bola no ar e acerta-a com um movimento circular do braço oposto. O nome deste saque provém do fato de que seu uso contemporâneo restringe-se a algumas equipes de voleibol feminino da
Ásia.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol

Passe

Também chamado recepção, o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.
O fundamento passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados, usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o "toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.
Quando, por uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se que esta pessoa recebeu uma "bola de graça".
Manchete
É uma técnica de recepção realizada com as mãos unidas e os braços um pouco separados e estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance de ser devolvida com o toque.
É considerada um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola para o atacante.
Levantamento
O levantamento é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.
A exemplo do passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no
voleibol de praia, em que as regras são mais restritas no que diz respeito à infração de "carregar".
Também costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está olhando.
Quando o jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de segunda".

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol

Ataque

O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados ("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
O voleibol contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:
Ataque do fundo: ataque realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na linha de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.
Diagonal ou Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".
Cortada ou Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de fazê-la aterrizar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.
Largada: refere-se a um ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta pela defesa.
Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela, posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.
Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária. Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol

Bloqueio

O bloqueio refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.
Denomina-se "bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de 45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado, em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".
Um bloqueio é chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua própria quadra.
O bloqueio também é classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em "simples", "duplo" e "triplo".

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol

Defesa

A defesa consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das ações específicas que se aplicam a este fundamento são:
Peixinho: o jogador atira-se no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento sob o próprio
abdômen.
Rolamento: o jogador rola lateralmente sobre o próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica é utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões após a queda que é resultado da força com que uma bola fora cortada pelo adversário.
Martelo: o jogador acerta a bola com as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração. Este técnica é empregada, especialmente, para interceptar a trajetória de bolas que se encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete, mas para as quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande demais para a correta manipulação com as pontas dos dedos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol

Principais competições

Organizadas pela federação internacional (FIVB), as principais competições de voleibol são torneios internacionais que podem ser divididos em dois grupos: grandes eventos que ocorrem em ciclos de quatro anos e eventos anuais, criados a partir da década de 1990. De menor importância, mas igualmente tradicionais, são os torneios organizados por cada uma das cinco grandes confederações continentais.
Por fim, diversas federações possuem torneios e ligas nacionais, que ganham em prestígio de acordo com o volume de capital investido e a qualidade dos atletas envolvidos.
Entre as principais competições de voleibol, destacam-se:
Internacionais
Torneio Olímpico de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1964
Campeonato Mundial de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1949 (homens) e 1952 (mulheres)
Copa do Mundo: a cada quatro anos, desde 1965 (homens) e 1973 (mulheres)
Liga Mundial: anualmente, desde 1990
Grand Prix: anualmente, desde 1993
Copa dos Campeões de Voleibol: a cada quatro anos, desde 1993
Nacionais
Superliga (Brasil)
Liga Nacional de Vôlei (Mundo)
liga feminina de volei (chile)
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol

notícias

Regras

Para se jogar voleibol são necessários 12 jogadores divididos igualmente em duas equipes de seis jogadores cada.
As equipes são divididas por uma rede que fica no meio da quadra. O jogo começa com um dos times que devem sacar.Logo depois do saque a bola deve ultrapassar a rede e seguir ao campo do adversário onde os jogadores tentam evitar que a bola entre no seu campo usando qualquer parte do corpo (antes não era válido usar membros da cintura para baixo, mas as regras foram mudadas). O jogador pode rebater a bola para que ela passe para o campo adversário sendo permitidos dar três toques na bola antes que ela passe, sempre alternando os jogadores que dão os toques. Caso a bola caia é ponto do time adversário.
O jogador não pode encostar na rede, caso isso ocorra o ponto será para o outro time. O mesmo jogador não pode dar 2 ou mais toques seguidos na bola, exceção no caso do toque de Bloqueio.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol

História do Voleibol

Voleibol (chamado frequentemente no Brasil de Vôlei e em Portugal de Vólei) é um desporto praticado numa quadra dividida em duas partes por uma rede, possuindo duas equipes de seis jogadores em cada lado. O objetivo da modalidade é fazer passar a bola sobre a rede de modo a que esta toque no chão dentro da quadra adversária, ao mesmo tempo que se evita que os adversários consigam fazer o mesmo. O voleibol é um desporto olímpico, regulado pela Fédération Internationale de Volleyball (FIVB).
História
O volei foi criado em 9 de fevereiro de 1895 por William George Morgan nos Estados Unidos da América. O objetivo de Morgan, que trabalhava na "Associação Cristã de Moços"(ACM),era criar um esporte de equipes sem contato físico entre os adversários, de modo a minimizar os riscos de lesões. Inicialmente jogava-se com uma câmara de ar da bola de basquetebol e foi chamado Mintonette, mas rapidamente ganhou popularidade com o nome de volleyball. O criador do voleibol faleceu em 27 de dezembro de 1942 aos 72 anos de idade.
Em 1947 foi fundada a FIVB. Dois anos mais tarde, foi realizado o primeiro Campeonato Mundial de Voleibol da modalidade, apenas para homens.Em 1952, o evento foi estendido também ao voleibol feminino. No ano de 1964 o voleibol passou a fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos, tendo-se mantido até a atualidade.
Recentemente, o voleibol de praia, uma modalidade derivada do voleibol, tem obtido grande sucesso em diversos países, nomeadamente no Brasil e nos EUA. Nos esportes coletivos, a primeira medalha de ouro olímpica conquistada por um país lusófono foi obtida pela equipe masculina de vôlei do Brasil nos Jogos Olímpicos de Verão de 1992. A proeza se repetiu nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004, nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008 foi a vez da seleção brasileira feminina ganhar a sua primeira medalha de ouro em Olimpíadas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Voleibol